Porto Seguro: Jacqueline que invadiu o terreiro de candomblé vai a rádio falar sua versão

quinta-feira, 11 de novembro de 2021

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Por: Bahiananet.com.br / Colaboração: Gil Rocha

Na tarde desta quarta-feira (10), a Senhora Jacqueline que invadiu o candomblé localizado na Av. João Carlos Paulo, na cidade de Porto Seguro, na segunda-feira, (08), esteve em uma emissora de rádio local, quando, em entrevista, tentou explicar os fatos ocorridos no dia 08, quando invadiu o terreiro de candomblé, danificando as imagens do local. Jacqueline parece mostrar arrependida pelo que fez. 

Versão de Jacqueline, autora da invasão ao terreiro:

“Eu já moro na Vila Vitória há 15 anos, aproximadamente, e são 3 anos de intolerância, não religiosa, a intolerância está partindo por parte da mãe Leuda. Eu não tenho preconceito e nem discriminação, nunca falei mal da umbanda e nem do candomblé, até porque eu venho de matriz africana, a minha mãe é mãe pequena de santo de ogum, minha mãe é ‘catulada’ em santo. Você acham que e sou neta de quem? Assim, já mais eu iria atacar o terreiro da dona Leuda. De fato, foi exatamente que mim deu uma raiva incontrolável, porque já faz 3 anos que ela se fixou com seu terreiro, que é um templo religioso, ao qual eu respeito muito, eu frequentava, eu não perdia uma festa, e caruru; que comida maravilhosa, eu tanto comia como eu levava para minha casa o prato cheio. mas aí houve assim um meio que acabamos desentendendo porque quando ele começa bater o tambor, começa das 18h e vai ate outro dia, ate as 18h do dia seguinte, então é 24h batendo tambor, incomodando os vizinhos,  eu particularmente eu não tenho nada contra a religião de matriz africana, hoje o meu problema é pessoal com minha vizinha Leuda, eu não vejo ela como babalorixá e nem mãe de santo nesse seguimento, eu vejo ela como minha vizinha”.

No vídeo que está circulando na internet, ainda da intolerância religiosa, mostra o  momento onde a senhora Jacqueline chama o policial militar que conduziu ela até a viatura de filho do satanás.

A mesma negou ter chamado o policial de ‘filho do satanás’.





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