Por: bahiananet.com.br - Alô Juca
A senhora Jocélia Fernandes enfrenta um verdadeiro drama de saúde há oito meses. Segundo relato da paciente, uma antiga cirurgia de ligadura de trompas, realizada há cerca de 25 anos na Santa Casa de Misericórdia de Cruz das Almas, apresentou complicações inesperadas. O local da operação abriu e, desde então, a ferida não cicatriza, provocando dores intensas, desconforto permanente e a saída constante de secreções.
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Devido ao agravamento do quadro clínico, Jocélia afirma que está impossibilitada de trabalhar e enfrenta dificuldades financeiras. Ela relata ainda que solicitou benefício junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mas teve o pedido negado, passando a depender apenas de medicamentos paliativos para aliviar os sintomas.
Na tentativa de encontrar uma solução para o problema, a paciente diz ter procurado atendimento em diversas unidades de saúde, incluindo Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), o Hospital do Homem e o Hospital do Subúrbio. Apesar das consultas e avaliações médicas, ela afirma que ainda não conseguiu o encaminhamento necessário para a realização da cirurgia indicada pelos profissionais.
Segundo Jocélia e sua vizinha, Sônia, que acompanha o caso de perto, médicos reconheceram a necessidade de uma nova intervenção cirúrgica. No entanto, elas alegam que o procedimento não avança devido a entraves relacionados ao local onde a cirurgia original foi realizada, o que estaria dificultando o processo de regulação e o encaminhamento para um hospital apto a realizar o tratamento.
Enquanto aguarda uma solução, a paciente afirma que já buscou auxílio junto ao Ministério Público e à Prefeitura, mas continua na espera por uma vaga hospitalar. O longo período sem tratamento definitivo tem causado sofrimento físico e emocional, comprometendo sua qualidade de vida.
Diante da situação, Jocélia faz um apelo às autoridades de saúde para que seu caso seja analisado com urgência. Ela pede sensibilidade dos órgãos responsáveis e espera que a regulação para a cirurgia seja agilizada, permitindo que volte a ter uma vida digna e sem dores.
A paciente também solicita o apoio de profissionais da área da saúde e de pessoas que possam contribuir para acelerar o atendimento especializado.
Contato da paciente: (71) 98302-5195.
A reportagem reforça que o espaço permanece aberto para manifestação da Secretaria de Saúde, da Central Estadual de Regulação, da Santa Casa de Misericórdia de Cruz das Almas e das demais unidades de saúde mencionadas, caso desejem apresentar esclarecimentos sobre o caso.

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