SEXO GRUPAL E CIÚMES PODEM TER SIDO A CAUSA DA MORTE DE GABRIELA

sexta-feira, 3 de setembro de 2021

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Relação grupal e ciúmes podem ter motivado o feminicídio contra a economista Gabriela Jardim Peixoto, 35 anos, encontrada morta em um matagal às margens da BR 116-Norte, em Feira de Santana. Apontado pela polícia como principal suspeito de ter cometido o crime, o médico Antônio Marcos, ex-companheiro da vitima, teria viajado para o Acre logo após o crime.

De acordo com a delegada da 1ª Delegacia Territorial de Feira de Santana, Claudine Bastos, responsável pelas investigações, os dois inseriam outras pessoas na relação, o que posteriormente teria causado ciúmes no médico.

“As investigações estão em estado bastante avançado e nós verificamos que o casal tinha um relacionamento bastante conturbado. Eles adotavam práticas não tão convencionais, como se relacionar com mais de uma pessoa. Era um relacionamento, muitas vezes, grupal. Embora ele fosse uma pessoa adepta a esse tipo de prática, ele era bastante ciumento”, explicou a delegada em entrevista à RecordTV Itapoan, na tarde desta quarta-feira (1º).

Ainda segundo a delegada, amigos do casal contaram em depoimento que a relação entre dois começou a ficar conturbada após a prática de sexo grupal. Gabriela já teria terminado a relação com Antônio Marcos e estava se relacionando com outra pessoa, no entanto, o médico não aceitava o fim da relação e tentava reatar com a ex.

De acordo com o Klaudine Passos, da 1ª Delegacia Territorial, que está à frente do caso, as investigações estão avançadas e as provas levaram a polícia a expedir a prisão preventiva.

“A senhora Gabriela começou a fazer práticas sexuais em grupo juntamente com o marido, mas em sem seguida, a relação entre os dois passou por certa conturbação. Chegamos a colher que os dois já estavam em um processo de separação. Inclusive, Gabriela já estava num relacionamento com outra pessoa, mas havia a tentativa de retorno por parte do senhor Antônio Marcos”, relata a responsável pelas investigações.

Ainda conforme Bastos, a pessoa que Gabriela estava se relacionando nada tem a ver com a prática de sexo grupal e nem com o crime. “Essa pessoa já foi devidamente ouvida. Já esclareceu os fatos e nada tem a ver com a situação”,

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