Uma denúncia que circula na região sul da Bahia acusa Júnior Rauber de receber adiantamentos para fabricar e instalar placas, portas e fachadas comerciais em ACM e desaparecer sem entregar os serviços.
Segundo o denunciante, após receber a entrada, o prestador deixa de atender às ligações e responder às mensagens dos clientes. O relato afirma também que os pagamentos são realizados em contas bancárias da esposa dele, que é médica. Essa alegação, por si só, não demonstra envolvimento dela nas supostas irregularidades.
Ainda conforme a denúncia, quando os contratantes conseguem contato pelo telefone da esposa, o prestador responde às cobranças, mas depois volta a interromper a comunicação, sem solucionar a pendência.
O denunciante afirma também que Júnior Rauber responde a processos relacionados a condutas semelhantes em Santa Catarina e no sul da Bahia. A existência, a quantidade e o andamento desses processos não foram confirmados de forma independente.
As acusações representam a versão do denunciante e ainda precisam de apuração. O espaço está aberto para manifestação das pessoas citadas.

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