Por: bahiananet.com.br - Portaldoancorador
Um novo escândalo político internacional ganhou força após a divulgação de vídeos que mostram o ex-deputado Eric Swalwell em uma situação íntima dentro de um hotel cinco estrelas em Las Vegas — com despesas supostamente pagas com dinheiro público.
O caso envolve acusações graves que vão desde uso
indevido de verba partidária até denúncias de má conduta sexual.
As imagens foram gravadas em uma suíte do
Cosmopolitan, um dos hotéis mais luxuosos da famosa Las Vegas Strip, nos
Estados Unidos.
Nos vídeos, Swalwell aparece na cama com uma mulher
não identificada. As gravações mostram os dois em momentos íntimos, enquanto
outras pessoas também estavam presentes no quarto.
Dinheiro público bancou estadia
Documentos ligados a um processo na Comissão Eleitoral Federal indicam que a campanha “Swalwell para o Congresso” realizou dois pagamentos ao hotel:
o
US$ 539,70 cada diária
o
Total: US$ 1.079,40 (cerca de R$ 5,3
mil)
👉 A suspeita é de que os valores tenham sido pagos
com recursos do fundo partidário.
Perícia
confirma autenticidade dos vídeos
Um laudo pericial conduzido por especialista em
análise digital concluiu que:
o
Os vídeos são autênticos
o
Não foram manipulados por
inteligência artificial
o
A análise facial é compatível com a
identidade do ex-deputado
As imagens começaram a circular nas redes sociais e
rapidamente viralizaram.
Acusações
graves aumentam pressão
Além do escândalo envolvendo o hotel, Swalwell
enfrenta uma série de denúncias:
o
assédio sexual
o
abuso
o
estupro (segundo uma das acusadoras)
o
uso indevido de verba de campanha
Uma quinta mulher chegou a se apresentar
recentemente, reforçando as acusações.
Investigações
em andamento
O caso já está sendo investigado por diferentes
órgãos:
o
Comitê de Ética do Congresso
o
autoridades locais nos Estados Unidos
o
investigações criminais em andamento
Também há suspeitas de uso de recursos de campanha
para pagamento de uma babá em situação irregular no país.
Renúncia
e defesa
Diante da repercussão, Swalwell renunciou ao cargo
e suspendeu seus planos políticos.
Em declaração pública, ele pediu desculpas pelos
“erros de julgamento”, mas negou as acusações mais graves, classificando-as
como perseguição política.
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